Chiesa: ‘Nunca quis deixar a Juventus – Guintoli e Motta me disseram que não precisavam de mim’

LIVERPOOL, INGLATERRA – 23 DE SETEMBRO: Federico Chiesa do Liverpool durante a partida da terceira rodada da Carabao Cup entre Liverpool e Southampton em Anfield em 23 de setembro de 2025 em Liverpool, Inglaterra. (Foto de Jan Krueger/Getty Images)
Federico Chiesa revelou a dolorosa verdade por trás de sua saída da Juventus, insistindo que nunca pressionou para deixar o clube e que a renovação do contrato nunca foi discutida, ao contrário da narrativa de que o relacionamento foi rompido por causa de dinheiro.
Em declarações à Gazzetta dello Sport, Via TuttoMercatoWebO internacional italiano tem sido inequívoco sobre os seus sentimentos em relação aos Bianconeri.
“A Juventus está sempre no meu coração e quero voltar”, disse ele. “Nunca falei sobre dinheiro com a Juventus e nunca falarei.”
Nenhuma sugestão renovada foi feita de que a revelação causaria espanto, dada a forma como a situação foi retratada publicamente na época.
Chiesa era um dos jogadores mais importantes da Juventus antes de sofrer uma grave lesão no joelho, e a sugestão de que Guintoli e Thiago Mota o transferissem sem muita discussão mostra a rapidez com que os planos do clube evoluíram sem ele.

Chiesa revela que Guintoli e Motta lhe disseram para encontrar um novo clube enquanto ele considera Yıldız o próximo grande sucesso da Juve
“Adorei estar em preto e branco”, disse Chiesa.
“Eu nunca teria saído sozinho. Também foi dito que eu estava exigindo muito dinheiro, mas a verdade é diferente, nunca me ofereceram uma renovação. Nunca conversamos sobre isso. Guintoli e Thiago Motta me disseram: ‘Fede, não precisamos de você – encontre um clube.’ As coisas estavam boas para mim, recomecei em um dos cinco melhores clubes do mundo, em Liverpool.”
Apesar da saída abrupta, Chiesa manteve um carinho genuíno pelo clube e não descarta um retorno futuro.
Seus comentários sobre Kenan Yıldız, com quem treinou antes de se mudar para o Liverpool, foram generosos. “Percebemos seu talento logo no primeiro treino”, disse ele. “Agora é a vez dele. Ele pode ser um jogador de ponta. Ele usa bem o número 10, mas eu vi isso nos ombros de Dybala.”
A referência a Dybala é carregada de significado, um lembrete sutil de que os Dez Grandes nem sempre recebem o reconhecimento que merecem na Juventus até partirem.
