8 Outubro 2026

Tuchel: Inglaterra empatou assumindo ‘riscos calculados’

Thomas Tuchel sente que a Inglaterra abriu novos caminhos durante a sua campanha inaugural na Liga das Nações, ao aprender a correr mais “riscos calculados”.

A Inglaterra respondeu com três vitórias consecutivas depois de perder a estreia no Grupo A3 para a campeã mundial Espanha, por 3-2, em Wembley, garantindo uma vaga nos quartos-de-final.

Entre duas vitórias contra a República Checa, os Três Leões sofreram uma derrota humilhante por 7-0 para a Croácia, em Rijeka – a derrota mais pesada contra uma equipa entre os 50 primeiros do ranking mundial da FIFA.

Foi a derrota mais pesada da Croácia desde a derrota por 6-0 em Espanha, há oito anos.

Esse desempenho foi muito diferente da humilde capitulação da Inglaterra nas semifinais para a Argentina na Copa do Mundo, com a derrota por 2 a 1 levando a críticas generalizadas a Tuchel.

Entre a vitória por 1 a 0 por meio de Anthony Gordon e o empate por meio de Enzo Fernandez aos 85 minutos, a Inglaterra teve apenas 11,9% de posse de bola na partida, a menor porcentagem registrada por um time líder em um jogo de Copa do Mundo após pelo menos 10 minutos (desde 1966). O maior goleador nesse período foi o zagueiro Mark Kwehi, com seis.

Mas Duchel sente que a resposta à derrota da Inglaterra na Copa do Mundo é um bom presságio para o futuro, com uma abordagem de alta energia e de frente para o caminho a seguir.

“Nunca tive uma grande partida ou um grande camp depois de uma partida”, disse Tuchel, citado pelo The Guardian.

“Foi novo e esclarecedor para mim ver como todos internalizaram a ideia dos próximos passos e os detalhes que precisamos corrigir para desbloquear os próximos passos.

“É um futebol de alto nível, um futebol que nos convém, um futebol de ataque. São mais vitórias de bola e assumimos alguns riscos calculados na abordagem homem a homem no campo adversário.

“Fizemos isso nos quatro jogos, tivemos quatro boas atuações, mas infelizmente não tivemos quatro vitórias.

“Não vencemos a Espanha, mas foi sempre uma questão de reacção e foi de alto nível.”

O defensor Jarell Kwanza ecoou esses sentimentos: “Trata-se de ser implacável e implacável.

“Depois que marcamos um gol, ele não relaxa, vai de novo, vai de novo, tenta fazer o próximo gol, tenta colocar pressão no próximo jogador.

“Todos estão trabalhando uns para os outros. Se alguém cai, o próximo se recupera.”

Neste verão, Kwanzaa se tornou o quarto jogador inglês a ser expulso em uma partida da Copa do Mundo contra o México nas oitavas de final, juntando-se a Ray Wilkins contra Marrocos em 1986, David Beckham em 1998 e Argentina e Wayne Rooney contra Portugal em 2006.

Embora os companheiros de Kwanzaa tenham conseguido uma vitória memorável por 3-2, o jogador do Bayer Leverkusen ainda não superou o rebaixamento: “Foi terrível.

“Fui para o desarme muito rápido, por isso foi um pouco lamentável terminar daquele jeito. Foi angustiante estar lá e ver o time se afastar, mas também foi um momento incrível.”



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