Gravina: ‘O futebol italiano está em boas mãos, deveria ter saído mais cedo’

ROMA, ITÁLIA – 19 DE JUNHO: O presidente da FIGC, Gabriele Gravina, participa de uma conferência de imprensa no Hotel Parco dei Principe em 19 de junho de 2025 em Roma, Itália. (Foto de Paolo Bruno/Getty Images)
O presidente cessante da FIGC, Gabriele Gravina, está confiante de que o futuro do futebol na Itália está nas mãos de Giancarlo Abete ou Giovanni Malago e diz que deveria ter deixado sua posição no topo da Federação Italiana mais cedo.
Gravina fala sobre a eleição da FIGC: ‘Eu deveria ter saído mais cedo’
Uma eleição para nomear um novo presidente da FIGC será realizada em Roma na segunda-feira: Abete e Malago são os dois candidatos nas urnas após a renúncia de Gravina logo após o fracasso da Itália em se classificar para a Copa do Mundo de 2026 no final de março.
A assembleia da FIGC está agora em Roma: Málaga, Abete e Gravina estão todos presentes.

O presidente cessante da FIGC fez algumas breves declarações aos repórteres antes do início das eleições na Itália, na segunda-feira.
“Tenho que agradecer e agradecer ao futebol, foi uma experiência incrível”, disse Gravina, que ocupou o cargo mais alto da FA italiana entre 2018 e 2026.
“Quero desejar boa sorte aos dois candidatos. O futebol certamente estará em boas mãos”, acrescentou.

E o que Gravina faria de diferente se tivesse oportunidade? “Como já disse, devia ter saído mais cedo”, admitiu o técnico de 72 anos.
Relatórios da manhã de segunda-feira indicavam que Malago era o favorito nas pesquisas. Se o Málaga for eleito, aumenta a possibilidade de renomear Roberto Mancini como treinador principal da seleção italiana.
