15 Julho 2026

O proprietário do Legia, Mioduski, emergiu como um candidato presidencial da FIFA

Gianni Infantino se tornou um dos principais vilões da Copa do Mundo de 2026. Isto abalou seriamente a sua posição antes das próximas eleições da FIFA e a UEFA provavelmente apresentará um candidato rival. Um dos nomes mais proeminentes da lista é Dariusz Mioduski, do Legia Varsóvia.

Bilhetes excessivamente caros, má comunicação, reformas concorrenciais controversas e uma clara tendência para os Estados Unidos, em particular, prejudicaram ainda mais a imagem já perturbada de Infantino.

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Há poucos dias, surgiu a notícia de que o atual presidente havia perdido o apoio da Federação Inglesa de Futebol antes das eleições de novembro. Infantino tentará a reeleição para o mandato 2027-2031, mas desta vez poderá enfrentar um adversário significativo da Europa. Significativo, uma vez que o apoio das federações afiliadas à UEFA tem peso.

Presidente do PSG ou presidente do Legier?

O favorito natural seria Aleksandar Ceferin, mas planeia continuar como presidente da UEFA. O próximo na fila é Nasser Al-Khelaifi, que governa os gigantes franceses com mão firme PSG. Conhecido por sua ampla influência, é figura de destaque entre os candidatos.

O próximo nome da lista surpresa é: Dariusz Mioduski, presidente e proprietário Légia Varsóvia. Entre os torcedores, seu índice de aprovação provavelmente cairá caso o clube seja rebaixado. Porém, nos corredores do poder, Mioduski é bastante conhecido.

Tanto que conta com o apoio das federações de futebol da Bósnia, Noruega, Suécia, Alemanha e Espanha – segundo lista fornecida pelo Ben Jacobs (TalkSPORT.com), que foi o primeiro a detalhar o recente escândalo envolvendo a interferência de Donald Trump em um incidente com cartão vermelho.

Curiosamente, Mioduski não conta com o apoio da Federação Polonesa (PZPN). A tensão no cenário nacional é bem conhecida e a primeira escolha da federação polaca será o Qatari Al-Khelaifi. Se decidir não concorrer, a Polónia apoiará o presidente de Legier.

Infantino poderia perder sua posição?

E fora da Europa? O presidente da CONCACAF, Victor Montagliani, pode ser uma figura chave. O canadense anunciou sua intenção de permanecer no cargo atual, mas suas ambições de liderar a FIFA são bem conhecidas. O mesmo vale para Patrice Motsepe, da CAF na África. No entanto, é improvável que ele concorra em 2027, aguardando sua chance em 2031.

Resta saber se a posição de Infantino é suficientemente fraca para o destituir. A UEFA opõe-se à planeada expansão do Campeonato do Mundo para 64 equipas, mas para muitas outras federações, isso equivale a uma promessa de acesso a um torneio em que nunca poderiam participar.

O actual presidente sabe como fazer acordos com parceiros e, apesar do declínio da credibilidade da organização, os eleitores podem não vê-lo como um risco. Os candidatos podem ser indicados até 18 de novembro.



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