14 Junho 2026

Santos garante categorias de base e acelera renovação para evitar perdas

O Santos mudou sua abordagem ao mercado de transferências e adotou um ritmo agressivo para estender os contratos de seus principais candidatos à academia de juniores.

O objetivo da diretoria é claro: evitar que os “Meninos da Villa” conquistem uma vaga e reconhecimento no time titular para logo partirem de graça ou para clubes do exterior por uma esperada baixa.

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No último ano, a diretoria do Santos prorrogou os contratos de pelo menos 13 jovens jogadores.

A comissão técnica e a direção de futebol continuam a acompanhar cada jovem jogador individualmente, criando planos de carreira específicos para maximizar o desempenho de cada um.

Os objetivos finais desta estratégia defensiva

A onda mais recente de renovações envolve jogadores que ganharam destaque sob o comando do técnico Cook antes do intervalo da Copa do Mundo da FIFA:

Miguelito: O meio-campista boliviano teve seu contrato prorrogado até maio de 2029. Sob Cook, ele foi transferido para a função central de jogo e respondeu com um gol e duas assistências nos últimos quatro jogos.

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Gabriel Bontempo, Samuel Pieri e Gustavo Henrique: Esse trio foi muito utilizado pelo treinador, com destaque para Gustavo Henrique e Bontempo por terminarem o semestre mais cedo.

Robinho Jr: O atacante também renovou contrato e, assim como Miguelito, passa por um processo de adaptação tática, sendo testado por Kuka como craque.

Garanta contratos de longo prazo

Além dos nomes acima, o Santos confirmou a permanência em um grupo central com contratos válidos até pelo menos 2028 pela academia. A lista inclui:

Goleiro: João Pedro

Zagueiros: João Ananias e João Alencar

Laterais-esquerdos: Rafael Gonzaga e Vinicius Lira

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Meio-campista: Pepe Firmino

Atacantes: Mateus Xavier, Davizinho e David Nogueira

Por outro lado, alguns nomes do elenco sub-20 ainda aguardam o início das negociações de renovação, como o meia Vinicius Fabri, o volante Nicola Profeta, o zagueiro Marcelo Contreras e o atacante Fernando Pradella (que estreou recentemente como profissional contra a Chapecoense).

Os traumas do passado que soaram o alarme

A urgência do Santos em registrar o novo contrato se justifica pela amarga história da experiência desta década:

Kaio Jorge (2021): O clube demorou a agir, com o atacante assinando pré-contrato com Juventus e Santos tendo que aceitar a venda imediata por apenas 3 milhões de euros para não perdê-lo de graça.

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Marcos Leonardo (2022): Uma história longa e tediosa significa que a renovação do contrato foi concluída cinco meses antes de o atacante estar livre para assinar com outro clube por transferência gratuita.

Este artigo foi traduzido para o inglês por inteligência artificial. Você pode ler a versão original de 🇧🇷 aqui.



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